domingo, 27 de maio de 2012

A morte do casamento...


A Invenção da pílula contraceptiva

A obra científica de Luis Ernesto Miramontes é bastante extensa, engloba numerosas publicações e cerca de 40 patentes nacionais e internacionais em diferentes áreas, tais como a química orgânica, a química farmacêutica, a petroquímica e a química de poluentes atmosféricos. Entre suas diversas contribuições à ciência mexicana e universal, destaca-se a síntese da Noretindrona, que é o composto ativo base do primeiro contraceptivo oral sintético, mais conhecido como pílula anticoncepcional. A síntese da Noretindrona foi realizada no dia 15 de outubro de 1951, quando Luis Miramontes tinha somente 26 anos de idade. Por esse motivo, ele é considerado seu inventor. Luis E. Miramontes recebeu a patente do composto junto com Carl Djerassi e Jorge Rosenkranz, da companhia química mexicana Syntex S.A. É comum que a invenção da pílula seja atribuída exclusivamente a Djerassi ou a Rosenkranz. Os historiadores, porém, concordam em que a invenção - ou a primeira síntese - deve-se a Miramontes. Por exemplo, o Prêmio Nobel Max Perutz [1] afirma literalmente que "no dia 15 de outubro de 1951, o estudante de química Luis Miramontes, trabalhando sob a direção de Djerassi e o diretor de laboratório Jorge Rosenkranz sintetizaram o composto chamado noretisterona". O próprio Djerassi confirma esta versão quando afirma que foi, de fato, Miramontes quem sintetizou o composto pela primeira vez [2]. O artigo científico onde está descrita a síntese, leva a Miramontes como o primeiro autor. Finalmente, o método da síntese ficou registrado, no dia 15 de outubro de 1951, na página 114 do caderno pessoal de notas de laboratório do próprio Miramontes (assinado).

É sempre a mesma coisa...sempre do mesmo modo...alguem muito estudioso descobre e ou inventa maravilhas para facilitar a vida humana...mas, com o passar do tempo...essas maravilhas tornam-se armas poderosas nas mãos dos manipuladores comerciais e ou políticos...com seus interesses não identificáveis...
 Antes desse invento(o da pílula anticoncepcional), as mulheres tinham sua vida paltada, na contenção de seus impulsos juvenis...com maior vigilância para não pluripartir suas próles e ou ainda mixar muitos sobre nomes...os homens eram responsáveis pelo sustento da família,as Divindades mulheres eram as Rainhas do lar, as mestras dos filhos e até mesmo dos maridos, eram aplicadíssimas em artes de todo o tipo culinária,decorativa, bordados,pintura, música, floricultura...em fim inúmeras eram as aptidões das Deuzas do Lar...que quando católicas e as vezes após falecidas sempre recebiam ainda a titularidade de Nsa. Senhora "alfa tantas"...justificado por suas inúmeras óbras sociais ainda inocentes, mas, muito apropriadas e eficazes...a misericórdia era mesmo uma característica feminina...salvava-se aquele filho que fugindo da severidade da doutrina do pai encontrava a Nsa.Senhora do Lar para advogar sua causa de pronto....
O avanço industrial encontrara a barreira da falta de mão de óbra...então começaram os gênios da política empresarial a bolar como pagar menos por mais produção....e daí começou todo um processo de tirar do lar a abelha rainha...e coloca-la nos galpões das fábricas e seus satélites produtivos e ou administrativos... assim teriam os empresários agora entitulados "libertadores" em cada lar, ao invés de dois braços e uma cabeça para o trabalho, quantro braços e duas cabeças...ora isto representava um aumento de produção de 100%, e uma queda no preço da mão de óbra enorme,conforme a lei da oferta e da procura...Póbre Rainha do lar, agora iludida, com a suposta libertação não enchergava que estava libertando-se de obedecer ao marido, para obedecer  aos muitos "chefes" que encontraria nos seus emprêgos...A agora iludida Rainha do lar  não se dera conta de que cairia numa círculo vicioso de ter que ganhar muito dinheiro, para pagar suas substitutas, as quais deveriam ocupar dentro de suas casas as funções que ela com maestria exercia, então, nomeou a sub-mãe ou babá, a cozinheira,a lavadeira, a a passadeira a jardineira a governanta...e daí por diante...póbre rainha do lar, saiu do comando do homem que ela escolhera, para obedecer aqueles que nunca vira...que troca inocente...às despezas do lar multiplicaram-se...as traições conjugais de ambas as partes também...porque ambos passaram a compartilhar suas necessidades mais restritas com estranhos...durante o enfadonho cotidiano...E com o adevento da pílula...e à opção de evitar-se a gravidez quase certa, o que colacaria a família em cheque...estava sentenciada  a morte do casamento...

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